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Saude: Risco De Fumante Passivo E Insignificante, Diz Pesquisa.

Date: 19980311/P
Length: 1 page
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Fields

Author
Azevedo, E.
Characteristic
EXTR, EXTRA
FLSP, FOREIGN LANGUAGE, SPANISH/PORTUGUESE
MARG, MARGINALIA
Master ID
2063594010/4240
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Type
NEWS, NEWS ARTICLE
Site
R530
Litigation
Iwoh/Produced
Author (Organization)
Agencia Estado
Area
CARCHMAN,RICHARD/OFFICE
Date Loaded
07 Jun 1999

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Page 1: 2063594088 Log in for more options!
I I I i I I I I I I I I ! 17 23 Saud~ P~sco de fuma_qte passivo ~ insig, Pagina ~ de 1 17 23 Sa~ide: Risco de furnante pu.~'sivo e insignificante, diz pesquisa. Poo, 11 - Numa tental3va de contra-ataque, usando as armas clo inimigo, a Bntish Amen{an Tobacco (BAT), dona da Souza Cruz, eat& divulgar~o urea 13esduisa, realizada pela Organizaq~o Mundial de Sauc~e (OM$), qua mostra set estatisticamente insignificante - nainterpretaŁ&o da ind~stria do fumo - o nsco de um fumante pasmvo (aquele qua inala, em casa ou no amblente de trabalho, a furna(;a de ~garros aihems) adqmnr o&ncer de pulm~o. Um resumo dos re=ultado$ do estudo, feito em 12 centros urbanos de sate paises da Europa, foi pu~l=caclo ~& duas semanas no Relat0no Bianual da Ag#.ncia Internacional de Pesquisa em C~ncer (IARC) da OMS, mas quem se encarregou de propagar a conclus~o pelo mundo foi a BAT. "Achamos estranho que urea pesquisa de tal por~e, a maior at6 hoje jd real[zada sobre o tema, tenha sido divulgada pela OMS", cdt~cou o pnncipal cientista da BAT, o quimico ChrisProctor. Segundo a pesquisa, o nsco rela'dvo de quem estd exposto & fuma~a dos outros vadaentre 1,14 e 1,16. slgmfica um caso a cada cam ~1 pessoas", disse Proctor, qua pardcipou, hoje, de urea videoconfer~ncla corn jomalistas brasileiros para anunciar o trabalho. Sou principal argumento ~ o de qua o Insl~tuto Nac~onal do C~ncer dos EUA ˘onsidera qua um fator de dsco s6 pode ser avatiado a pa~r do nivel 2 - abaixo disao, sena irrelevante. 0 estudo completo, qua analisou durante dez anos 650 paciontes de cfincer de puln'~o, comparanclo-os com 1.542 pessoas sadias, aincla nao to~ pubi{aeo. A BAT, no entanto, descobriu o resumo no retat~rio da IARC e a hist~ria foi I~ublicada na edi~o do ~lttmo domlngo do jomal ingle8 "Thc Sunday Telegraph"~ Em Londres, a OMS n~o gostou nada da insinua~;~o ~la ind0=tria de qua o$ resutt-ados hawam sldo escondidos do grande p~blico • acusou a E~AT deestar dando um "golpe publicit~rio", segun~o o chafe do programa de c&ncer da ins~tui˘~l~O, Karol $ikora. Risco$ Politico, Proctor evitou ataques diretos ~ OMS. "N~o you dizer que a OMS escondeu osresu~ados, at6 porque foram divulgaaos no relatdrfo, rnas ~ natural qua seja da~lo rnais dest~que a estudos qua defendanl a agenda da organizacr~o", disse. Apesar do aparente triunfe, Proctor n~o chegou a proclamar qua o fumo pasmvo ~ isento de riscos. "N~o existe orisco zero, mas posso dizer qua n~o ~ sigmflcativo", afirmou, Ele concordou, por6m, que o fato de exist~r algum nsco, por rnais insigniflcante qua seja, d algo corn o qua ontldacles cle sa~de p~blica, ˘orno a OM$, devem se preocupar- e admit~u qua h~ pesquisa= apon~ndo a rela~o en~'e o rumania ambient~i e o desenvoNirnento de ~toen~as respiratbdas em cfian~;as atd um ano e rneio de idade. Essa ~ tambem a primeira vez qua a ind~str~a do fume d~ cr~dito imediam a urea pesquisa da OM$, um adversdrio fer~enho e tradicional do cigarro. Em geral, a luta da BAT ~ para rr~nirn~zar o~ estuclos qua apontam os males do dgarro. "A OMS realiza muitas pesquisas confidve~s',jus~cou Proct~r. Para demonstrar essa confian(~a, ale afirmou con˘order corn estudos qua agontam o cigarro ˘omo um importarlte fator de dsco para o de=envoMmen~o de doen~:as como o ˘~noer de pulrr~o, enfisemas e carCioloattas. Eliane Azevedo Quart~ llMar˘o, 1998 17:44

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